Tem
uma pizzaria em Alvorada que meus irmãos pedem pizza de vez em quando, dia
desses pedimos e resolvi registrar por foto para deixar aqui como dica: Território das
Pizzas!
Amigos cinéfilos (se conheceram em 2010, em um curso de cinema), compartilham da emoção de assistir a praticamente qualquer tipo de filme, de preferência no cinema (se for com cinema vazio melhor). Fãs de cupons de compra coletiva, restaurantes novos e principalmente os que já conhecem. O Maza sempre a favor do À La Carte e a Luciana à procura eterna do cheesecake perfeito.
09/10/2015
11/09/2015
Primo Polastro
Às
13:54
Postado por
Cinéfilo Maza
Anos
que não retornava a uma boa e tradicional galeteria, com tudo que tem direito.
Vamos conhecer a Primo Polastro então.
21/08/2015
Les Amis Café
Às
15:05
Postado por
Cinéfilo Maza
E
ae, que encontramos em frente a uma academia ali nas bandas do Bourbon
Country/Iguatemi, o Les Amis Café.
31/07/2015
Curso de Sopas e Cremes – Chef Michel Vallandro – Betafood
Às
13:47
Postado por
Luciana Lima
OBS.: A matéria a seguir não é
patrocinada. Não é matéria paga. É apenas uma matéria detalhada sobre alguns
cursos de gastronomia que tenho feito nos últimos meses, sempre com o mesmo
Chef, no mesmo local, etc. E sim, que vale MUITO a pena!
Pessoal,
tem coisa melhor que saber cozinhar as coisas deliciosas que a gente gosta? Ok,
tem, comer as coisas deliciosas que a gente gosta. Mas tem gente que AMA
cozinhar, e eu sou uma dessas pessoas. E é por isso que eu tenho aproveitado os
cursos que o Chef
Michel Vallandro tem ministrado no espaço (muito bom o espaço,
diga-se) NósLab,
do Betafood.
O Chef também faz eventos e outros, podem dar uma olhada aqui no site dele.
Foto do Chef por Raquel
Basso
17/07/2015
Eu e Max - Devaneios e bobagens sobre Mad
Às
14:35
Postado por
Cinéfilo Maza
OBSERVAÇÃO INICIAL: Não espere nada do
texto abaixo. NADA. Tem SPOILERS e é bem descompromissado. Leia por sua conta e
risco.
28/06/2015
Super Velozes, Mega Furiosos
Às
14:47
Postado por
Cinéfilo Maza
Acredito
que pelo fato de uma das últimas ‘sátiras’ que vi e escrevi ter sido o filme Inatividade Paranormal 2, do gênio Marlon
Wayans, esperava que a obra a qual escrevo seria um desperdício de tempo,
recheado de palavrões, putaria, mulheres peladas, homofobia, racismo e outros.
Me enganei: Super Velozes, Mega Furiosos
não tem praticamente nada do citado anteriormente. É um bom sinal, mas não quer
dizer que seja um bom filme.
Super Velozes, Mega
Furiosos,
dirigido por Aaron Seltzer e Jason Friedberg, não pretende trazer nada de novo
em nenhum momento, ele apenas pega uma franquia famosa e tenta tirar sarro
disso a todo o momento. O filme nasce tão datado quando já com nem 10 segundos
observamos o título original do longa: SUPER FAST 8 (lembrando que o filme foi
lançado para aproveitar o filme Velozes e
Furiosos 7, que nem poucas semanas após a exibição já anunciou o oitavo
filme da franquia).
A
sinopse é: não vou perder tempo com isso. Mas se você viu algum dos filmes da
franquia Velozes e Furiosos pode
imaginar: tem o cara com o carro possante (Vin Serento), o policial disfarçado
de ladrão de carros possantes (White), depois aparece duas minas gatas que tem
relação com Vin Serento (Michele e Jordana), tem o delegado Johnson que quer
pegar os meliantes... sim, se você percebeu que o nome dos personagens faz
trocadilho com os principais atores da franquia satirizada, isso não é mera
obra do acaso.
Ao
longo do filme é comum observamos o citado no parágrafo anterior: o policial
disfarçado é boboca e está sempre faceiro, alegrão. O Vin Serento tem o mesmo
tom de voz um pouco rouco e “ó, sou fodão”, do Vin Diesel, a Michele de Super Velozes, Mega Furiosos, tem
insinuações o tempo todo de que é lésbica e curte isso, Jordana é uma morena
com mesmos ares de Jordana Brewster e assim vamos, o delegado Johnson a todo o
momento está com cara de invocado, tem dificuldade para entender tudo a sua
frente e está sempre passando óleo de bebê no corpo para ressaltar seus
músculos: um brucutu suadão e marombado, fantástico mesmo.
As
piadas nesta ‘comédia’ são igualmente óbvias. A garota que anuncia o ‘GO’ para
os carros começarem os rachas: é atropelada (a piada é tão legal que em outro
momento do filme teremos mais um personagem sendo atropelado). Enquanto os
carros voam usando... NITRO ('nossa parça, que original), o do mocinho tem
urina do ciclista Lance Armstrong (hmmm, urina de esportista que caiu em doping faz carro sair à milhão? Se a
novidade pega... teríamos carros usando o slogan: ‘Yellow is the new combustible’).
Outra coisa que reforça as piadas é a trilha sonora óbvia: normalmente é uma
trilha faceira, alegre. Quando temos alguns acordes um pouco diferentes é algo
como: cara, acabamos de lançar uma piada na tela, não viu? Olha a música, é de
comédia, comece a rir!
O
fato do filme não ser supostamente homofóbico e outros não faz com que seja
super elogioso: a todo o momento é insinuado que White é gay, desde seus
trejeitos até seu carro que é marcado pelo símbolo do arco-íris. E claro, a
frase famosa do trailer:
- o
que você está dirigindo?
-
Um carro... com unicórnios!
E a
plateia... UOOOOOOOOOOOOOUUUU.
Sério,
era para rir nesse momento?
Além
de ‘reforçar’ que não é filme com preconceitos (ou é de forma mascarada, cada um
tire suas conclusões), ele ironiza a maior parte dos filmes e mostra uma cena
em que muitas pessoas estão peladas, mas nada é visível: tudo aparece com
aquelas famosas marcações borradas. Ou seja: quem espera ver esse filme a
procura de nudez feminina gratuita vai se dar muito mal.
Outra
‘sacada original’ do longa é mostrar dancinhas o tempo todo, desde os
cumprimentos, até enfrentar vilão e se não dançar do jeito que ele quer vai levar
bala e morrer. Ou não, pois é outra coisa que o longa satiriza, o grande fato
dos filmes de ação e tiroteio ter milhares de... tiros disparados e
praticamente ninguém sair ferido.
O
que se mostra também recorrente no filme são os diálogos expositivos: em
determinado momento o policial White precisa fazer algumas perguntas para
Jordana e ele tem um script escondido com as perguntas. A primeira pergunta ele
faz olhando para o texto e a câmera então foca o texto. A segunda pergunta ele
faz de novo olhando o texto e a câmera de novo mostra o texto. A terceira
pergunta... CHEGA! Mais um momento brilhante de diálogo expositivo:
-
Cara, minha irmã está feliz com você, ele está radiante.
Corta
para a irmã de Vin Serento aparecendo iluminada, brilhando, ofuscando as
possíveis inimigas. Beijinho no ombro para o autor da ideia, foi algo... brilhante.
Ok,
tem um ou outro bom momento, incluindo o deboche com os personagens especiais
que aparecem na franquia original, como um japonês inteligente, um rapper para
participação original, uma gata modelo que é projeto de atriz e que
literalmente não tem nenhuma fala no filme, só faz o papel de ser gostosa,
balançar cabelo no ventilador ou usar roupas curtas. E claro, a tiração de
sarro com Jonah Hill e seu Anjos da Lei,
onde uma coisa que achava bem bolado era qualquer batida de carro gerar uma
explosão, mesmo onde parecia ser impossível acontecer isso. Pois aqui tem essas
menções, incluindo uma colisão de uma bicicleta em uma árvore, culminando com
uma... explosão. Michael Bay não viu esse filme, mas deve ter odiado.
Ao
final de seus quase 100 longos e cansativos minutos, Super Velozes, Mega Furiosos deixa claro que não é um filme
pedante, misógino, nojento e asqueroso como alguns dos filmes recentes do gênio
da comédia satírica da atualidade, Marlon Wayans. Ok, isso é bom, mas é muito,
muito pouco, para tirar o filme da mesmice e mediocridade que permeia
praticamente todo o longa.
26/06/2015
Freddo - Shopping Iguatemi - Porto Alegre
Às
14:51
Postado por
Luciana Lima
Tem
aquele dia em que a gente sai de casa pra organizar várias coisas na rua e nesse
meio tempo precisa, é claro, comer algo. Resolvi dar uma passada no quiosque da
Freddo
no Shopping Iguatemi para fazer um lanche.
18/06/2015
Turn Me On, Dammit!
Às
16:10
Postado por
Cinéfilo Maza
A abordagem da fase adolescente nos cinemas não
costuma ser algo bem aproveitado. Com algumas exceções, mesmo que focadas na
violência e sexo (Aos Treze e Kids, para citar apenas dois exemplos), é comum
observarmos um amontoado de clichês, tais como a menina mimada, o garoto que
sofre bullying, mas no fim conquista a garota linda da escola, etc. Assim
sendo, é parcialmente satisfatório que Turn Me On, Dammit! (ou Fà Meg Pá For Faen, no
título original Norueguês) fuja à regra, mesmo que acabe falhando em diversos
momentos.
Dirigido por Jannicke Systad Jacobsen, Turn Me On,
Dammit! tem como protagonista Alma (Helene Bergsholm), garota que em
poucos meses completará 16 anos. Sua vida é insossa, assim como a cidade em que
vive: fora da escola nada tem de muito útil a fazer, além de se encontrar com
as amigas Saralou e Ingrid. Um dos grandes passatempos é flertar com alguém
adulto para que esse compre alguns fardos de cerveja no mercado, já que elas
são menores e não têm idade para isso.
Mesmo que não seja elemento fundamental ao
filme, a fotografia em tom azulado de Marianne Bakke marca presença por
apresentar um território frio, isolado, por vezes sem vida, bem próximo do que
é a vida daquelas pessoas. A fotografia apenas reforça o que é a vida daquelas
pessoas em uma cidade que nada tem: O tempo não passa, o tédio domina, a
mesmice reina, tudo que Alma quer é Nova York (ou Oslo, como temporariamente
chega a acontecer), é música, é transar, e é Arthur, o colega de sua escola.
O roteiro de Jannicke Systad Jacobsen e Olaug
Nilssen acerta ao focar sua obra centrada no universo feminino, principalmente
na questão de Alma, uma adolescente passando pelo período da puberdade, com a
mãe trabalhando boa parte do tempo, Alma passa o tempo ligando para o serviço
de tele sexo. Por outro lado, o roteiro falha com a insistente narração em off
de Alma, um recurso na maioria dos casos desnecessário. Aqui isso vai além,
funcionando para explicar cada cena que é exibida, fazendo do recurso uma
ferramenta constante de diálogo expositivo.
Outro ponto positivo do longa é que, com raras
exceções, o elenco é formado por ‘não atores’, o que torna o filme mais real e
menos artificial do que em outros longas com o mesmo tema. Aliás, de maneira
bastante grosseira, vendo Turn Me On, Dammit! acabo lembrando um pouco
da atmosfera presente em Morro do Céu,
de Gustavo Spolidoro: Se em Morro do Céu
as pessoas queriam sair daquela cidade ou passar de ano na escola, aqui as
pessoas também entendem que a cidade Skode Heim não tem nenhum grande atrativo.
Tudo é tão igual, tudo é tão velho e simplista, não há nada de mais na vida
daqueles adolescentes. O centro jovem é um pequeno exemplo, onde um velho sofá
atirado no mato é algo suficiente para as pessoas se acomodarem em meio a uma
festa. Outra grande diversão, essa por pouca idade da protagonista e suas
amigas, é ficar na frente do mercado encarando garotos mais velhos: não para
flertar, mas para pedir que eles lhes comprem cerveja, em função de suas idades.
Mesmo que falhe em seu terceiro ato, resolvendo
as situações criadas ao longo de pouco mais de 70 minutos de maneira superficial,
sua última cena traz a protagonista, de certa forma, acordando de seu sonho e
caindo na realidade: ela é apenas uma adolescente, que mora com a mãe e está
longe de alcançar sua liberdade sexual. Turn Me On, Dammit! no fim mais acerta do que
erra, embora suas falhas quase ofusquem a qualidade da obra Norueguesa.
Jessabelle - O Passado Nunca Morre
Às
08:16
Postado por
Cinéfilo Maza
Não
é novidade que uma parcela considerável dos filmes atuais ou são reboots,
remakes, refilmagens ou ainda continuações desnecessárias de um grande filme
(às vezes basta ser tão somente mediano que já teremos maneiras de criar novas
obras a partir do mesmo). Com Jessabelle
- O Passado Nunca Morre não temos tal situação, mas talvez algo pior: um
filme que não define o rumo a ser tomado e segue com várias referências de
filmes de terror o tempo todo, parecendo uma cópia – muito – mal feita de
todos.
Em Jessabelle observamos de cara um
acidente de carro que faz com que Jessabelle (Sarah Snook), grávida, perca seu
futuro bebê e o marido. Sobrevivendo com muita dificuldade, precisará de
fisioterapia por vários meses para poder retomar sua vida. Para tanto, seu pai
afastado é o único parente que ela possui para levar para casa e seguir sua
nova rotina (sua mãe morreu décadas atrás). O que acontece na sua vida a partir
do momento em que começa a repousar na casa de seu pai irá ‘desencadear uma
série de incríveis e assombrosos fenômenos que irão deixar a protagonista com
vida aterrorizada’.
Sim,
já vimos algo do tipo antes. Mas aqui é mais esculhambada que em outros tantos
filmes.
A
trilha sonora é mal utilizada e óbvia por diversos momentos, trabalhando sempre
com a ideia de que se teremos algum momento de tensão, aumenta o som na caixa, coloca
algo para assustar e pronto! Temos a ‘construção musical’ da cena. Além disso,
a música é totalmente desnecessária em alguns momentos do longa, tentando
construir tensão em uma mera conversa de bar, em determinada parte do filme.
A
fotografia de Michael Fimognari se mostra igualmente deficitária: se você está
em um dia alegre ou em um dia tenebroso, a paleta de cores parece idêntica. A
casa onde fica Jessabelle deveria aparentar algo velho, mal cuidado... mas as
cores mostradas são as mesmas de quaisquer outros cenários (ok, falha também da
produção de artes e cenários). Para não ser do todo injusto com a fotografia de
Jessabelle, quando temos alguma
mudança ela surge de maneira absurda, muitas vezes adiantando algo como:
mudamos de tom iluminado para cinzento em questão de segundos, preparem-se que
os sustos e o terror vai recomeçar. Pior que isso é quando a fotografia
contrasta de maneira equivocada com o clima proposto no filme. Sem maiores
spoilers, mas seus minutos finais querem tentar um momento – sonolento – de
tensão ao espectador, trazem os atores se esforçando para conseguir isso, a
trilha sonora igualmente, mas a fotografia inexplicavelmente muda para algo
super iluminado, vivo, como se o próprio diretor do filme Kevin Greutert
estivesse de acordo com a ideia e dizendo: ok, vamos sabotar esse filme e
misturar as coisas.
Aliás,
misturar as coisas parece ser uma palavra correta para o roteiro: o roteirista
Robert Bem Garant não sabendo contar uma história original, trabalha com ideias
já lançadas no cinema ao longo das últimas décadas, não sendo muito necessário
o espectador ser um amplo conhecedor de cinema para reconhecer no filme
elementos de filmes envolvendo espíritos, de O Chamado, O Bebê de Rosemary (não propriamente na questão
principal daquele clássico, diga-se), A
Chave Mestra, entre outros. Pior que isso é querer que a plateia aceite que
nos anos atuais você vá morar uns tempos em uma casa de campo isolada e a
pessoa por lá tenha a plena disposição um videocassete funcionando, para a
partir disso a protagonista observar as tais fitas VHS e parte do enredo
começar a se desenvolver. E fechando de roteiro: em determinado momento comecei
a lembrar de P.S. Eu Te Amo e A Casa do Lago, e isso NUNCA é um sinal
positivo.
Os
atores fazem o que podem em cena: temos David Andrews como Leon, o pai da
protagonista (mais parecendo um Sam Elliot versão orçamento restrito), que
pouco fala e quando às vezes interage mais, é quando está bêbado e acaba se
irritando, sai quebrando coisas e tentando colocar fogo em tudo (nem sempre ele
consegue, às vezes sim). Temos Mark Webber como Preston (novamente, mais
parecendo um Chris Evans versão orçamento restrito) e que tenta ajudar
Jessabelle na recuperação e nas loucuras que irá enfrentar nos pouco menos de
90 minutos de filme. E claro, a protagonista interpretada por Sarah Snook se
esforça para seguir sua vida em um local fora de seu habitat inicial, mas o
roteiro ineficiente faz de Jessabelle uma personagem que fica difícil de criar
empatia. Ainda mais quando se fica constantemente quebrando a quarta parede.
Não dela com o espectador, mas com uma fita cassete (praticamente interagindo
com sua mãe Kate, morta, interpretada por Joelle Carter).
Ao
longo do filme você já vai mais ou menos sabendo o rumo que terá aquela
história ao final, mas nem isso a obra deixa o espectador juntar as peças
sozinho, trazendo aquele momento estilo Scooby-Doo, explicando rapidamente tudo
o que aconteceu para chegarmos naquele desfecho preguiçoso e com ares de
ohhhhh, teremos uma continuação??!!
Um
filme que mistura, como eu disse antes, ideias de A Casa do Lago, P.S. Eu Te Amo, A Chave Mestra, O Bebê de Rosemary
e O Chamado, entre outras tantas
obras não é um bom filme, não pode ser. Uma coisa é você homenagear
clássicos/bons filmes, outra é não ter uma história própria e ir acrescentando
ideias ao longo da projeção para finalizar de vez o filme. Jessabelle – O Passado Nunca Morre é assim, uma mistura indigesta
de várias ideias, mas sem uma identidade própria. Que morte horrível.
Observação final: ao final do filme alguém se
levantou e falou em voz alta (MEGA ULTRA SPOILERS SPOILERS SPOILERS): “mas o
filme/desfecho é A Chave Mestra
piorado!”. Se você gosta de A Chave
Mestra, vá esperando algo que sim, lembra MUITÍSSIMO o desfecho do filme de
10 anos atrás, com a Kate Hudson.
22/05/2015
Pizza Di Mantova
Às
15:31
Postado por
Cinéfilo Maza
Eu
sou um cara que gosta das mesmas coisas. Mesmos restaurantes, mesmas cidades,
mesmos horários, sou defensor da ideia de ‘mais do mesmo’. Dito isso, nunca abro
mão de pizza, vida saudável é tudo. E assim, conheci a Pizza Di Mantova.
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